Você joga as suas observações do paciente, com as suas palavras mesmo, e recebe o relatório em Word, estruturado, no padrão técnico, no seu timbrado, com a sua logo e o seu carimbo.
O que hoje te toma três horas passa a levar minutos. Aí é revisar, ajustar e assinar.
Quero o meu acesso12 meses de acesso. Relatórios ilimitados.
Acesso liberado no seu e-mail em minutos.
Sabendo exatamente tudo sobre aquela criança e mesmo assim sem conseguir começar.
Você conduziu a avaliação com cuidado. Aplicou os instrumentos, observou, anotou tudo, conversou com a mãe, falou com a escola. O trabalho difícil você já fez.
Aí chega a hora de escrever. E você vai caçar um relatório antigo pra copiar a estrutura. Troca o nome, muda a idade, adapta os resultados. Sempre com aquele medo de ter esquecido alguma coisa, ou de ter deixado uma frase que era de outra criança.
São duas, três horas por documento. Multiplica pelas crianças que você atende. Depois multiplica por três, porque tem a devolutiva, tem o acompanhamento que a escola pede no meio do processo, e tem a evolução anual no fim do ano.
Se você atende quinze crianças, são mais de 45 horas por ano na frente do Word. Quarenta e cinco horas que não são atendimento, não são a sua família e não são pagas por ninguém.
E o mais injusto: o documento que sai não representa nem metade do trabalho que você fez.
Você fez a formação, estudou os instrumentos. Mas ninguém te ensinou a escrever um relatório.
Aí vem o medo. Medo de escrever algo errado, de usar um termo que não devia, de parecer que está fechando diagnóstico. Medo de a escola ler e achar amador. Medo de a mãe ler e não entender nada.
E esse medo faz você adiar a entrega, refazer o mesmo parágrafo dez vezes, ou pedir o modelo de uma colega emprestado.
Nos dois casos, falta a mesma coisa: um padrão seguro para seguir.
É a ideia de que cada documento precisa ser construído do nada, como se você nunca tivesse escrito um antes. E não é verdade.
Porque se você olhar os seus últimos dez relatórios, vai perceber uma coisa: eles são iguais. Mesma estrutura, mesma ordem, mesmo jeito de escrever. Você já tem um padrão. Só nunca percebeu que tinha. E se você ainda não tem esses dez relatórios, melhor ainda: você começa já no padrão certo.
E se existe um padrão, ele não precisa ser reescrito toda vez.
Talvez você já tenha aberto o ChatGPT. E ele até escreve.
Mas toda vez você precisa explicar tudo de novo. Explicar o que é uma devolutiva psicopedagógica, explicar a estrutura, pedir pra não fechar diagnóstico, pedir pra separar a orientação da escola da orientação da família. Toda santa vez, do zero.
Aí ele te devolve um texto solto. E você ainda abre o Word, monta o seu timbrado, cola, formata, coloca a logo, coloca o carimbo.
Talvez você também já tenha olhado as ferramentas que existem por aí. Algumas cobram valores mensais que não saem por menos de R$500 no ano, e ainda te limitam a poucos relatórios por mês. Como se novembro não existisse.
O erro não é usar tecnologia. O erro é usar uma tecnologia que não conhece o padrão técnico do seu documento, e que não te devolve nada assinável.
Os três relatórios que você escreve o ano inteiro. Todos dentro dele.
O da avaliação, o mais trabalhoso de todos. Identificação, anamnese, descrição da queixa, instrumentos com o objetivo de cada um, resultados por área, conclusão e encaminhamentos separados para a escola e para a família.
Aquele que a escola pede no meio do processo e que você sempre escreve com pressa, entre um atendimento e outro.
O fechamento do ano, quando tudo cai em cima de você ao mesmo tempo.
Sobe o seu timbrado, a sua logo e o seu carimbo com o seu nome e registro. Fica salvo para sempre.
Com as suas palavras mesmo. Não precisa ser formal, não precisa de termo técnico. Do jeito que você anota no meio do atendimento.
Estruturado, no padrão técnico, no seu timbrado, com a sua logo e o seu carimbo.
Em Word editável. Você lê, acrescenta o que só você sabe daquela criança, tira o que não faz sentido, e assina.
Você atende a semana inteira e escreve relatório no tempo que era para ser seu. O trabalho que ninguém vê é o que rouba o seu descanso.
A sua leitura da criança é sua. O que te consome é transformar essa leitura em documento, toda vez, do zero.
Você ainda está ganhando segurança na avaliação, e escrever relatório te dá medo. Não sabe o que colocar, em que ordem, nem como escrever sem parecer amadora. Com o Gerador, você já começa no padrão certo.

Gravada por mim, do jeito que eu faço no meu espaço. Como abrir a conversa, como falar de dificuldade sem assustar a mãe, o que fazer quando a família não aceita o que você observou, e como terminar com a família sabendo exatamente o que fazer em casa.
Veja bem: quinze relatórios por ano, três horas cada um, são 45 horas do seu ano na frente do Word.
Se a sua sessão custa no mínimo R$150, isso é R$6.750 em horas de atendimento que você deixa de fazer.
E as ferramentas que cobram por mês não saem por menos de R$500 no ano, e ainda te limitam a poucos relatórios.
Mas como a minha intenção é sempre ajudar o maior número de psicopedagogas...
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Entra, configura o seu timbrado, gera um relatório de verdade com um paciente seu. Se você sentir que não é para você, escreve pra gente dentro de 7 dias e devolvemos os R$97,90 integralmente. Sem precisar explicar o motivo.
Eu sou Rannally Gomes, psicopedagoga, com um espaço em Maceió com mais de 50 famílias. Atendo toda semana e já escrevi, e escrevo, muitos relatórios. Passei durante esses anos muitas horas na frente do Word.
Foi então que eu percebi que escrevia todos os meus relatórios com a mesma estrutura, mesma ordem, mesmo jeito. Eu já tinha um padrão e nunca tinha percebido.
Então eu construí isso. Primeiro para mim, para os meus domingos. Depois eu mostrei para as psicopedagogas que me acompanham, que logo quiseram também.
O padrão que está dentro do Gerador é o meu, o mesmo que eu uso nos meus atendimentos.
Doze meses, com relatórios ilimitados. E não é vitalício, não. Isso aqui não é um PDF que eu escrevi uma vez. É uma ferramenta que fica ligada, e todo mês tem servidor, inteligência artificial e equipe por trás. Quem promete vitalício por valor baixo ou desliga depois ou deixa cair a qualidade, e eu não vou fazer nenhuma das duas. E os relatórios que você gerou continuam sendo seus, salvos no seu Word.
Porque é o valor de lançamento. O Gerador acabou de nascer e eu abri primeiro para as psicopedagogas que me acompanham de perto. Quem chega agora entra por esse valor. O valor cheio é R$147.
Em tudo. É Word de verdade, aquele que você já usa. Não é PDF travado, não é print. Você apaga parágrafo, escreve outro, troca palavra, muda a ordem. E eu faço questão que você mexa, porque tem coisa daquela criança que só você sabe.
O que entra são as suas observações, daquela criança específica. Quinze crianças, quinze relatórios diferentes. O que se repete é a estrutura, e isso é bom: toda devolutiva tem que ter identificação, anamnese, instrumentos, resultados por área, conclusão e encaminhamentos. Isso é padrão técnico, não é falta de personalização. O conteúdo é seu.
Nenhum. Quantos você atender, quantos você precisar. Chega novembro, todo mundo pedindo evolução anual ao mesmo tempo, e você não vai ter que olhar para um contador.
Funciona no celular e no computador, com o mesmo acesso. Abre no navegador que você já usa, e se você quiser, instala como app na tela inicial do celular, com o ícone do Gerador, para abrir com um toque. Dentro do sistema tem o passo a passo de como fazer. É o mesmo tanto de tecnologia que você usa para mandar mensagem no WhatsApp. E a configuração do timbrado, logo e carimbo é uma vez só.
Ele te entrega uma base, no padrão certo, com tudo no lugar. Você lê, ajusta o que só você sabe daquela criança, e assina. A responsabilidade técnica continua sendo sua, sempre, e eu não quero que seja diferente. Se alguém te prometer relatório pronto para assinar sem ler, corre.
Serve. O que muda de uma formação para outra é o olhar, a leitura que você faz da criança, e isso continua sendo seu, porque quem escreve as observações é você. O que o Gerador organiza é a estrutura do documento, e ela é a mesma.
Se você ainda não atende, ele não vai te servir agora, porque ele parte do princípio que a avaliação já foi feita. Guarda o seu dinheiro. Agora, se você já atende, mesmo que seja uma criança só, aí sim. E eu diria que é ainda mais para você, porque você começa já no padrão certo em vez de aprender errado e ter que desaprender depois.
Assim que a compra é confirmada chegam dois e-mails: um da Cakto, confirmando a compra, e outro do Gerador de Relatórios, com o endereço, o seu login e a sua senha. É esse segundo que importa. Se não achar, procure por "Gerador de Relatórios" na busca do seu e-mail e confira o spam.
Tem uma equipe de suporte no WhatsApp. E dentro do sistema tem a aba Como usar, com o passo a passo do primeiro acesso.
Você já fez a parte difícil, que é entender aquela criança. O documento é só a tradução disso. E a tradução não precisa custar três horas do seu dia.
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